terça-feira, 2 de outubro de 2012

Jogo do copo

Este é um conto que eu mesmo criei, baseado na brincadeira do copo. Espero que gostem, afinal, estou sem postar ja faz um tempo e espero fazer vocês tremerem de medo.


Era seis da tarde, quando acabei de chegar do colégio, que um amigo meu me ligou. Ele queria me mostrar uma coisa, disse que ia chamar outras pessoas e que seria divertido. Combinamos de nos encontrarmos com a galera no portão da escola, e passar a noite la. Meus pais estavam viajando, e o que os olhos não veem o coração não sente.

Eramos no total de seis pessoas. Eu, meus amigos João e Carlos, e minhas amigas Lúcia, Maria e Jaqueline. Maria, sempre curiosa, perguntou o que ele tinha. Ele abriu a machila e tirou de lá uma bandeja de porcelana muito bonita, com letras escritas. Na época, ninguémsabia o que era um tabuleiro Ouija, então ele nos explicou.... As meninas ficaram com tanto medo que quase saíram correndo. Imagina só, falar com os mortos. Mas depois de insistir, entramos no colégio e nos escondemos até o anoitecer.
As oito horas, somente nós seis dentro do local, fomos para o quarto andar, na sala mais afastada e mais escura. Era inverno, então o vento batia forte na janela, e o frio era indescritível.

Armamos tudo: sete velas negras a nossa volta, uma bíblia foi queimada para atiças os espíritos e colocamos nossos dedos em um pedaço de madeira, com espaço redondo para ver as letras. Perguntamos se havia um espírito ali. Nada. Tentamos de novo. Nada. Maria começou a ficar nervosa e tentou sair, mas quando se aproximou da porta, a mesma bateu com força. Maria caiu no chão devido ao susto. Não conseguia abrir a porta, como sealguém estivesse ali.

João ordenou que voltasse, pois sair do jogo sem permissão significa morte. Ela voltou e fizemos a pergunta "tem alguém aí?". O pedaço de maneira, então, moveu-se violentamente para "Sim". Perguntamos "o que você quer" e , em sequencia de letras, a palavra C-H-A-C-I-N-A foi formada, e todos nos assustamos. Maria ficou histérica e começou a gritar, foi uma gritaria de dez segundos, que de súbito parou. Então ela caiu no chão, pálida como a neve. Maria não estava respirando. João, sentindo-se responsável, foi tentar, em vão, ajuda-la. Mas este, do nada pegou um lápis de seu estojo e introduziu-o no olho, urrando de dor, até que os gritos finalmente pararam. Eu acho que o lápis atingiu o seu cérebro.


Carlos e Lúcia foram tentar ajuda-lo, mas estes, controlados por uma força sobrenatural, pegaram a tesoura, separaram as duas lâminas e em um movimento quase que sincronizado, cortaram as gargantas um dos outros, jorrando sangue na minha cara e na deJaqueline.

Jaqueline disse que todos morreram porque saíram do jogo. Nós não deveríamos sair dali, ou morreríamos. Então ficamos a noite ali, com o dedo no
Ouija, pedindo permissão para sair, que todas foram negadas.

De manhã alguém bate na porta. Nós tínhamos que abri-la, pois nossas gargantas estavam secas demais para gritar por ajuda. Jaqueline disse que ela era a mais velha, portanto era responsável, e foi correndo para a porta, sua própria morte. A porta abre com força, destroçando o seu cranio. Neste momento, o espírito move-se para "sim" e eu sabia que poderia sair. Agora se as pessoas iriam acreditar em mim a história era outra.

Fui internado por loucura mental e, agora que estou "curado", trinta anos depois do acontecido, conto a minha história para aqueles que pensam que o Ouija é uma brincadeira.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

História de um leitor – Roleta Russa

Certa tarde Larissa, Amanda,Tereza e Tarcio estavam no porão da faculdade quando Tarcio teve a ideia de brincar de roleta-russa pois seu pai era policial e tinha um revolver, Amanda concordou, Tereza também, Larissa ficou meio em duvida mas pela pressão dos amigos concordou.
O primeiro foi Tarcio que apertou o gatilho porém nada aconteceu, foi a vez de Amanda que por sorte continuou no jogo e depois foi a vez de Tereza que também por sorte nada aconteceu, Larissa estava assustada, não queria ter brincado só que não tinha mais volta, ela pegou a arma e sentiu como se tivesse uma voz falando em sua cabeça ”NÃO APERTE!” , Tarcio disse:”ANDA LOGO OU VOCÊ ESTÁ COM MEDO?” Amanda e Tereza ajudaram a dar a coragem a amiga que sentindo-se mais segura, apertou o gatilho, em segundos os miolos de Larissa  estavam espalhados pelo chão do porão. Tarcio foi o primeiro a sair correndo de lá com o revolver, Tereza foi logo atrás mas amanda que era mas amiga de Larissa chorou sobre o corpo da amiga já sem vida, ela depois pensou no que tinha feito e correu ao encontro dos amigos que decidiram nunca mais lembrar do assunto,enterraram a arma e jogaram o corpo de Larissa num pântano escuro e sem vida a anos e depois continuaram suas vidas.
Um ano e meios depois, eles se reencontraram e decidiram lembrar dos tempos de faculdade, Amanda foi a primeira a lembrar da amiga, daquele dia infeliz, Tarcio disse que nunca mais tinha lembrado disso até o dia de hoje, Tereza chorou e se lamentou pela amiga e pelos pais dela que sofrem até hoje pelo desaparecimento da filha.
O dia foi passando até que os 3 amigos se despediram e foram embora, cada um para seu alojamento na faculdade. Quando acordaram pela manhã, na porta do alojamento dos 3 estava escrito uma determinada frase, juntando as 3 frases estava escrito a seguinte afirmação: “Daqui a dois dias nós vamos brincar juntos de novo”.
Dois dias depois os 3 amigos foram encontrados mortos do mesmo jeito que Larissa morreu,  finalmente os 4 amigos foram brincar juntos novamente, só que desta vez em um lugar não muito bom!

nunca disque 00

Uma lenda urbana da cidade de Itambá dizia que a muitos anos existia uma antiga central telefônica onde um grave incidente acabou matando sete pessoas. Desde então, o número usado para fazer a discagem direta para o local, o 000, misteriosamente não foi cancelado, mas todos os que ligassem para tal número acabavam sendo assassinados pelos espíritos daqueles que se foram no local.
Adriano e seus amigos eram donos de um blog de horror chamado mistério que tem respostas, onde desvendavam mitos e lendas. Interessados no fato da cidade anunciaram no blog o que iriam fazer, ligando para o número ao vivo na twitcam. Já a noite haviam feito como o prometido, mas diante do fiasco da situação, já comentavam o resultado com os 72 mil seguidores assistindo o comentário bem humorado sobre o fracasso da lenda, até que a imagem simplesmente sumiu, e no áudio somente uma rouquidão existia, perdurando este fato por cerca de 1 minuto, até a imagem voltar e os mais de setenta mil espectadores virem os meninos com o pescoço roxo e de olhos revirados, enquanto uma mão deformada apareceu de relance e sombras estranhas estampavam a parede branca.

À Noite Sózinha


À Noite Sózinha


Esta história se passou quando minha avó veio em 1945, quando tinha 3 anos da Alemanha. Meus bisavós se instalaram no Rio Grande do Sul, num campo. A casa onde minha avó ficou instalada era pequena e assustadora, tinha dois quartos uma cozinha, e um banheiro. Em 1950, minha avó ficou sózinha em casa uma noite, nessa noite estava muito calor. Minah avó estava muito suada e saíu para dar uma volta. Ela viu alguém andando e seguiu essa pessoa. Lhe parecia um homem. Era alto, tinha um casaco preto e uma bengala. Leh aprecia ter 40 anos. Ela foi andando até que ele chegou numa árvore e ficou parado.
Olhou para trás e disse:
-Que faz aqui essas horas da noite?
-Meus pais não estão em casa e vim dar uma volta.
-Vá para casa menina, a noite não é para as crianaças é para os mortos.
Ele olhou para minha avó com uma cara assustadora ele parecia roxo, morto mas minha vó não viu bem pois era noite, mas depois desse dia muitas coisas aconteceram com minha avó. Uma vez ela estava na Igreja, não estava mais ninguém e ela ouviu passos. E às vezes ela sonha com mortes, e com coisas do outro Mundo. Minha avó consultou em 1974 uma médium, a médium aconselhou minha avó a fazer um tratamento e resultou. Mas minha avó envelheceu e deixou de ter paciência e os sonhos voltaram, minha diz que não se importa pois está velha ejá viveu o que tinha de viver. Ela não se importa de morrer, pois não tem medo da Morte.Minah avó me contou, ela não costuma mentir, mas parece de ficção.