Terror na casa dos
Dantes (part. II)
Três semanas depois me
lembrei daquela antiga mansão onde achei aquele corpo, não resisti tive de
voltar lá. Cerca de 00h15min peguei minha lanterna, cinco pilhas e uma faca por
proteção. Sem que meus pais percebessem sai de mansinho, abri a porta de casa,
estava trancada, fui à cozinha e não achei a chave, fui à sala procurei na
prateleira de meu pai e nada. Só restava um lugar onde a chave poderia estar
(no quarto de meus pais). Subi a escada que levava a um corredor, abri a porta
do quarto deles, os dois estavam na cama em um sono profundo. Abri a gaveta da
prateleira, a chave estava lá, peguei a chave e saí com ela na mão, abri a
porta e sai, votei rapidinho para pegar um moletom porque a noite estava muito
fria. Já estava pronto, a rua estava deserta, as luzes das casas apagadas, e no
meio das casinhas, no final da rua, uma mansão antiga e assustadora. Pulei a
cerca fui ver a porta da frente, trancada, as janelas fechadas por dentro, a
porta dos fundos trancada, mas o alçapão não. Pensei que teria uma escada para
descer. Cai mais de 3m e meio, senti um tontura mas me acalmei, me levantei,
acendi minha lanterna, o porão era cheio de sacos e dentro dos sacos restos. Subi
a escada e sai do porão, era uma vasta sala. Olhei para o lado -, um palhaço -,
tinha uma aparência estranha; suas pernas eram de bode. Ele disse. - Se você
quiser viver não durma. Eu com medo voltei correndo para a casa. A aparência
daquela criatura era horrenda - uma pessoa careca sem olho, sem sobrancelhas. Sua
boca costurada, sua face sem expressão e assustadora.
Entrei em casa, tranquei
a porta e dormi com os meus pais, e até hoje eu nunca contei a ninguém sobre o
palhaço sem expressão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário